quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Aleatório

Perfeitamente imperfeita. É assim que me defino. Tão louca como o sol e tão confusa como a lua com as suas fases. Gosto de tudo e não gosto de nada. Estou feliz e estou em baixo. Integro-me e desintegro-me do mundo conforme o humor. Adoro chocolate. Adoro muito a minha mãe. Adoro os meus amigos. Adoro gargalhadas valentes. Não gosto de violência nem de filmes parados ou com demasiada ação. Não gosto da solidão ou de me sentir sozinha. Não consigo estar parada e, quando me sinto demasiado cansada, fico quase insuportável. Não bebo álcool, mas fico bêbada de sono. Perco-me nas pessoas e perco-me em mim própria. Gosto de conduzir sozinha e de ter a música bem alta para a poder acompanhar sem me sentir tola. Gosto de morangos. Gosto de mar, vento, chuva e sol. Sou apaixonada pela praia, pela leitura, pela escrita. Sou apaixonada pelos espaços verdes e pela dança. Sou completamente aleatória. Há dias em que não sei o que sou e em que não consigo gostar mesmo nada de mim. E há outros dias em que parece que acordo com toda a energia no mundo. Sou preguiçosa, mas não para aquilo que importa. Gostava de ter uma família grande. Gostava de fazer paraquedismo e viajar pelo mundo inteiro. Adoro de paixão ver filmes, seja em casa ou no cinema. Adoro tirar fotografias de mim própria e dos outros. Ah! E também de paisagens! Adoro colecionar objetos de outros países ou de sítios que me marcaram. Adoro comer. Ai! Como eu gosto de comer! E de nadar! Adoro fazer as pazes! Detesto zangar-me. Sou rabugenta, principalmente pela manhã (exceto quando acordo anormalmente energética). Sou uma romântica incurável. Falo pelos cotovelos quando conheço bem as pessoas, mas sou primeiramente tímida. Tenho a autoestima mais baixa que o chão, mas ainda assim luto por aquilo que acredito. Dou tudo de mim, mesmo que acabe sem nada. Sou imprevisivelmente previsível. Cometi erros e corrigi alguns deles. Adoro frases profundas, bem como livros, filmes e músicas que me deixam a pensar. Acredito no destino, mas acredito nos gestos que mudam o mundo. O meu sonho é o jornalismo e a procura do civismo e da paz. Continuo a acreditar na fé e no amor humano. 
Sunshine


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As palavras são como os pássaros: nasceram para serem livres, soltas ao vento... Elas reclamam liberdade.