domingo, 21 de dezembro de 2014

Neste momento dói. Dói porque não é algo que se adivinhe, não é algo para a qual se esteja preparado. Dói porque todas as moléculas do corpo estavam já habituadas àquela rotina, àquela sensação de não estar só. Dói agora, mas depois passa. Passa mais uma vez. Depois da promessa de que nunca mais voltaria a acontecer, aconteceu novamente. Mas pior. Pior porque desta vez doeu mais, custou mais, iludiu mais. Ah, como gostaria de ter os pés mais assentes na terra. Mas não... Ando assim...sempre a sonhar. De início tenta-se dar o mínimo, mas acaba sempre por se ir mais longe, por ser mais profundo. Gostava de nunca mais vir a sentir isto, a viver isto. A ilusão e a deceção matam-nos aos bocados...
Sunshine

2 comentários:

  1. A dor que doí por dentro é sempre a pior :( Muita força, um beijinho com mil sorrisos

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  2. «A ilusão e a deceção matam-nos aos bocados...», sem dúvida, sobretudo porque nunca vêm de pessoas que nos são distantes.
    Força!

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As palavras são como os pássaros: nasceram para serem livres, soltas ao vento... Elas reclamam liberdade.